Pesquisa de Julianne Caju sobre educomunicação antirracista alcançou 416 participantes em três cidades de Mato Grosso; sindicato mobiliza a categoria para apoiar a iniciativa até domingo (11)
A jornalista e pesquisadora Julianne Caju de Oliveira Souza Moraes, filiada ao Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (SINDJOR-MT), está entre os finalistas do Prêmio Oscarlina Weber de Divulgação Científica e Popularização da Ciência, promovido pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). A profissional concorre com o trabalho “Ciência que circula: Educomunicação Antirracista nas Escolas Técnicas de Mato Grosso”, na categoria Oficina ou Atividade Pública Realizada.
A iniciativa desenvolvida pela pesquisadora destaca o papel da comunicação como instrumento de transformação social, produção de conhecimento e enfrentamento ao racismo. Ao todo, o trabalho alcançou 416 participantes em ações realizadas em três Escolas Técnicas Estaduais (ETECs), situadas em três cidades de Mato Grosso.
Sob orientação do professor doutor Benedito Dielcio Moreira, a pesquisa articula educomunicação, leitura crítica da mídia, representatividade e educação antirracista, aproximando o conhecimento científico da realidade dos estudantes.
Durante as atividades, vídeos, redes sociais, livros, fotografias, palavras e diferentes linguagens foram utilizados como ferramentas de análise e reflexão sobre racismo, relações no mundo do trabalho e responsabilidade profissional.
Comunicação como parte da produção científica
Para Julianne Caju, que possui formação em Jornalismo, a comunicação vai além da divulgação dos resultados de uma pesquisa. Ela constitui parte fundamental da própria metodologia científica, especialmente quando o objetivo é promover a participação social e ampliar o acesso ao conhecimento.
“Sou jornalista de formação e a Comunicação não aparece nessa pesquisa apenas como ferramenta para ‘divulgar’ resultados. Ela é parte do próprio método. Trabalho com Educomunicação, leitura crítica da mídia, linguagem, produção de sentidos, representatividade e circulação pública do conhecimento”, destacou a pesquisadora.
A proposta também evidencia a importância do jornalismo e da comunicação na construção de uma sociedade mais crítica, plural e comprometida com o combate às desigualdades.
SINDJOR-MT convida jornalistas a participarem da votação
O Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso reconhece a relevância da participação de uma profissional da categoria entre os finalistas da premiação e reforça o convite para que jornalistas, sindicalizados e a sociedade conheçam a iniciativa e participem da votação popular.
Para o presidente do SINDJOR-MT, Itamar Perenha, a divulgação do trabalho representa uma oportunidade de valorizar a produção científica desenvolvida por profissionais do jornalismo e de fortalecer a participação da categoria em iniciativas que aproximam comunicação, educação e cidadania.
A votação permanece aberta até domingo, 11 de outubro, às 23h59, no horário de Cuiabá.
Para apoiar a jornalista, basta acessar o formulário oficial, localizar a categoria “Oficina ou Atividade Pública Realizada” e selecionar o trabalho “Ciência que circula: Educomunicação Antirracista nas Escolas Técnicas de Mato Grosso”.
O SINDJOR-MT convida seus filiados e demais profissionais da comunicação a conhecerem a pesquisa e contribuírem com a valorização de iniciativas que demonstram a importância social e científica do jornalismo.
Saiba como participar
Prazo: até 11 de outubro de 2026, às 23h59 (horário de Cuiabá).
Categoria: Oficina ou Atividade Pública Realizada.
Trabalho: Ciência que circula: Educomunicação Antirracista nas Escolas Técnicas de Mato Grosso.
Autora: Julianne Caju de Oliveira Souza Moraes.
Orientador: Prof. Dr. Benedito Dielcio Moreira.
Link para votação: https://forms.gle/GZ3EzGvA3gTsbpnr5
Conheça a pesquisa completa: https://drive.google.com/file/d/1gxvQf4Ah9hAWiyvHh0kP9w82VCxc1qug/view?usp=sharing
Da Diretoria de Comunicação do SINDJOR-MT


